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As 9 Melhores Práticas para o Gerenciamento e a Proteção da Informação

Cibersegurança
As 9 Melhores Práticas para o Gerenciamento e a Proteção da Informação
10:12

A proteção da informação é um elemento fundamental para qualquer empresa, pois o objetivo é resguardar um dos ativos mais valiosos da organização: os dados. Sem os cuidados necessários, podem surgir problemas como violações de segurança, ataques cibernéticos ou roubo de informações.

Para reduzir os riscos e manter uma empresa protegida contra a criminalidade cibernética, é necessário implementar medidas específicas.

Neste artigo, vamos conhecer as 10 melhores práticas para a proteção da informação.

 

1. Implementação da Cibersegurança

Uma infraestrutura sólida de cibersegurança é essencial para proteger as informações, com base nos princípios de confidencialidade, integridade e disponibilidade. Isso envolve a adoção de medidas que vão desde a instalação de firewalls e sistemas de detecção de intrusões até a implementação de protocolos de criptografia que protegem os dados tanto em trânsito quanto em repouso; a confidencialidade limita o acesso às pessoas autorizadas, a integridade evita alterações não autorizadas e a disponibilidade garante o acesso aos dados quando necessário.

Uma abordagem proativa de cibersegurança não apenas previne ataques cibernéticos, como também garante a continuidade operacional em caso de uma violação de segurança, incidente em que os sistemas são comprometidos, permitindo o acesso não autorizado a dados confidenciais ou restritos e podendo gerar consequências graves, como o roubo de informações.

O objetivo da implementação de um plano de cibersegurança é proteger todos os sistemas, redes, dispositivos e dados de acesso contra ameaças como ataques, danos ou roubo, mantendo a organização segura.

Alguns dos principais benefícios dessa prática incluem:

  • Prevenção de violações de segurança.
  • Mitigação de ameaças cibernéticas.
  • Proteção de dados sensíveis.
  • Evitar interrupções operacionais.

2. Backup Periódico das Informações

Garantir que as informações sejam armazenadas regularmente é uma das melhores práticas para assegurar sua recuperação em caso de perda.

Os backups devem ser realizados periodicamente, sendo recomendável utilizar uma combinação de armazenamento em nuvem e dispositivos locais. Ameaças como ransomware podem ter um impacto operacional e financeiro severo, resultando em perdas milionárias para as empresas.

Além disso, é importante testar a integridade desses backups, garantindo que os dados possam ser restaurados sem problemas em situações de emergência. Um plano de cibersegurança também deve incluir análises de risco alinhadas a estruturas como a ISO/IEC 27001.

A capacitação contínua dos colaboradores ajuda a identificar e-mails de phishing, golpes online e outros incidentes. Um exemplo claro dessa prática é a realização de backups diários dos arquivos mais críticos e importantes da empresa.

 

3. Auditorias de TI para Identificar Vulnerabilidades

As auditorias de TI permitem identificar vulnerabilidades na infraestrutura tecnológica que possam comprometer a proteção das informações.

Essas auditorias, realizadas por profissionais especializados ou terceiros independentes, devem se concentrar na revisão das configurações de segurança, dos acessos aos sistemas e da eficácia das políticas de segurança implementadas, além de verificar a regra de backup 3-2-1, que consiste em manter três cópias dos dados em dois tipos diferentes de mídia.

Por exemplo, uma auditoria pode identificar contas de usuários que não deveriam mais ter acesso a informações sensíveis, permitindo correções oportunas e confirmando que os backups facilitam a restauração e recuperação de dados após incidentes. Também ajuda a validar a existência de armazenamento seguro, incluindo cópias em nuvem que protegem contra desastres físicos, uma medida essencial para a continuidade dos negócios, especialmente em empresas que precisam manter suas operações sem interrupções.

 

4. Backup de Dados Críticos

A proteção da informação também envolve garantir que os dados críticos sejam replicados em locais seguros, e a auditoria de sistemas desempenha um papel fundamental nesse processo de digitalização empresarial. Recomenda-se armazenar essas cópias em pelo menos dois locais físicos distintos e em serviços de nuvem criptografados.

Essa prática reduz o risco de perda de informações valiosas devido a falhas técnicas ou ataques cibernéticos. Da mesma forma, essas revisões incluem análises de risco, registros e controles realizados por auditores internos ou externos, e os backups desses dados devem ser feitos em tempo real, especialmente quando são manipulados grandes volumes de informações confidenciais. As auditorias de cibersegurança ajudam a identificar vulnerabilidades e podem certificar a conformidade com a ISO 27001. Cerca de 12% das empresas não possuem um plano de resposta a incidentes.

 

5. Fortalecimento dos Controles de Hardware

Desde a instalação de softwares antimalware até a implementação de ferramentas de monitoramento de rede, fortalecer os controles sobre dispositivos e plataformas de acesso é essencial para a continuidade dos negócios e garante a segurança dos dados.

Além disso, é fundamental garantir que dispositivos descartados sejam tratados corretamente por meio de técnicas seguras de eliminação de dados, como apagamento seguro ou destruição física de discos rígidos. Da mesma forma, servidores que armazenam informações críticas devem fazer parte dos processos de backup e de uma estratégia de armazenamento seguro para facilitar a rápida restauração dos dados após incidentes.

 

6. Controle de Acesso aos Dados

Nem todos os membros de uma organização devem ter acesso a todas as informações, e os controles precisam abranger dispositivos, plataformas e servidores onde as informações são processadas ou armazenadas. Uma prática essencial de proteção da informação é estabelecer uma estrutura de acesso que permita apenas ao pessoal autorizado manipular determinados dados, já que o descarte inadequado de hardware pode comprometer a segurança dos dados.

Isso pode ser alcançado por meio de permissões baseadas em funções, garantindo que cada usuário tenha acesso apenas às informações necessárias para desempenhar suas responsabilidades e reduzindo o risco de exposição de dados sensíveis.

Da mesma forma, a implementação de controles de acesso baseados em identidade e autenticação multifator garante que apenas usuários autorizados possam acessar aplicações que contenham informações críticas.

Por fim, controlar a quantidade de usuários que possuem acesso a determinados dados é uma prática essencial para limitar possíveis vazamentos de informações. Essa abordagem deve ser aplicada tanto no ambiente físico quanto digital.

 

7. Atualização Periódica dos Sistemas

Manter sistemas operacionais, softwares e aplicativos atualizados é uma das maneiras mais eficazes de proteger as informações contra malwares conhecidos e preservar a confidencialidade por meio de controles de acesso adequados.

As atualizações de segurança corrigem vulnerabilidades que poderiam ser exploradas por criminosos cibernéticos, tornando essencial sua aplicação em tempo hábil. Além disso, mecanismos de autenticidade ajudam a verificar a identidade do usuário ou a origem das informações.

Um sistema sem as atualizações adequadas corre maior risco de ser vítima de malware ou ransomware, enquanto a autenticação multifator exige dois ou mais métodos de autenticação, reduzindo o risco de comprometimento dos dados armazenados.

Políticas robustas de senhas protegem cada conta e reduzem riscos durante o processo de login.

Esses ataques têm como objetivo sequestrar informações.

 

8. Políticas de Segurança na Empresa

Ter políticas claras e atualizadas sobre a gestão da segurança da informação é fundamental para estabelecer um ambiente seguro.

Essas políticas devem abranger desde o uso adequado de senhas até a gestão correta do correio eletrônico. Além disso, devem ser comunicadas de forma eficaz a todos os colaboradores e atualizadas regularmente de acordo com novas ameaças ou mudanças tecnológicas, uma vez que ataques de ransomware podem causar perdas milionárias e impactar negativamente a continuidade operacional do negócio.

 

9. Controle dos Canais de Saída de Informações

Estabeleça políticas que restrinjam o uso de aplicativos, serviços de armazenamento em nuvem e programas não autorizados que possam facilitar a transferência massiva de informações.

Por exemplo, desabilitar o acesso a nuvens públicas não verificadas reduz significativamente os riscos de vazamentos acidentais ou intencionais.

Por fim, a implementação de softwares especializados em monitoramento e bloqueio de sistemas de saída garante que os dados da organização permaneçam sempre sob controle.

 

Fortaleça a Segurança e a Gestão da Informação com Tecnologia Empresarial Integrada

A proteção da informação já não depende apenas de controles de segurança isolados. As organizações precisam de processos integrados, visibilidade sobre seus dados e ferramentas tecnológicas que permitam gerenciar informações de forma segura à medida que crescem. Soluções como o SAP, implementadas pela H&CO, ajudam a centralizar as informações empresariais, fortalecer os controles de acesso, melhorar a rastreabilidade dos dados e reduzir riscos operacionais associados a ambientes fragmentados. Contar com a plataforma tecnológica adequada não apenas contribui para proteger informações críticas, mas também impulsiona uma operação mais eficiente, segura e preparada para os desafios atuais da cibersegurança.